Intercedendo na Esperança de Ver Grandes Transformações

Abraão sabia da perversidade de Sodoma e mantinha-se distanciado de sua influência maligna. Apesar disso, não desejava ver pessoas boas castigadas com as más. Ele esperava que houvesse um número suficiente de indivíduos corretos na cidade e que Deus decidiria poupá-los. É possível também que ele só estivesse tentando proteger seu sobrinho Ló, que ali morava.

À maneira típica das barganhas, Abraão reduziu o número de cinquenta para dez “justos”, obtendo a aprovação de Deus, a cada vez. Durante o processo, Abraão aprendeu muito sobre a paciência e a compaixão de Deus.

Em vista da situação mundial relativa ao pecado, cada dia que passa representa outra oportunidade em que Deus retém misericordiosamente seu julgamento.

Você talvez conheça em sua família, na vizinhança ou no trabalho pessoas aparentemente desesperançadas e inacessíveis. Por mais impossíveis de resgatar que pareçam, continue pedindo a Deus que as salve. Sua oração pode influenciar o rumo da vida delas. E quem sabe que grandes coisas você vai aprender sobre Deus, nesse processo?

Gênesis 18:20-33

Fonte: A Bíblia da Mulher Que Ora / NVI – Editora Mundo Cristão
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Quando Temos de Esperar

“Depois dessas coisas, o SENHOR falou a Abrão numa visão: ‘Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!’. Mas Abrão perguntou: ‘Ó Soberano SENHOR, que me darás, se continuo sem filhos e o herdeiro do que possuo é Eliézer de Damasco?’” (Gênesis 15:1-2)

Você não é quase capaz de ouvir a irritação na voz de Abrão? “Deus, obrigado por seres meu escudo e galardão. É maravilhoso. Não penses que não gosto, mas… o que realmente desejo é que cumpras tua promessa com relação aos descendentes. Vamos pôr em prática essa promessa sobre tornar-se uma ‘grande nação’. Quero um filho!”

Abrão estivera esperando muito tempo. Deus lhe prometera uma porção de descendentes quando ele tinha apenas 75 anos de idade (12:4). Ele teria 100 anos quando Isaque finalmente nasceu (12:5). Isso significa que Abrão e Sarai esperaram 25 anos para que Deus cumprisse a promessa.

Não sabemos quanto tempo Abrão já aguardava nesse ponto da história, mas a Bíblia nos diz que ele tinha 86 anos quando Ismael nasceu (16:16), portanto, podemos imaginar que essa conversa entre Deus e Abrão ocorreu em algum momento da primeira década depois que o Senhor fizera a promessa.

Por quanto tempo você espera pacientemente pelas respostas a suas orações? Uma semana parece tempo demais para esperar? E um mês? Esperar durante um ano parece estar além de nossa capacidade. Ver que Abrão esperou por um quarto de século para obter uma resposta deveria nos dar esperança para aguardar as respostas a nossas orações.

Abrão poderia ter desistido. Ele poderia ter decidido já não querer esperar em Deus (ao tentar cumprir por si a promessa de Deus, tendo um filho com Agar, Abrão provocou, na verdade, uma confusão). Nessa altura da história, porém, ele decidiu crer. Se ao menos tivesse continuado firme nessa crença…

Que resposta de Deus você está esperando? Refere-se a uma oração pela volta de um filho rebelde? Pela salvação de um membro da família? Pela restauração de seu casamento? Por um emprego? Por uma cura? Para suprir algo? Qualquer que seja o motivo, continue a orar e a esperar. Entregue o pedido nas mãos de Deus e deixe-o operar a seu modo e em seu tempo. Sua resposta valerá a espera.

Leia Gênesis 15:1-6 e reflita!

Fonte: A Bíblia da Mulher Que Ora / NVI – Editora Mundo Cristão
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O Poder da Promessa Divina

“Toda vez que o arco-íris estiver nas nuvens, olharei para ele e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies que vivem na terra.” (Gênesis 9:16)

Quantas vezes você parou para olhar – e até chamou outros para olharem também – o magnífico arco colorido revelado pela dispersão das nuvens após uma tempestade? Sempre objetos de admiração, os arco-íris são criações surpreendentes que, embora desapareçam tão rapidamente quanto surgem, alegram-nos o coração quando sua inesperada luminosidade afasta as nuvens cinzentas.

Esse arco colorido nos liga, retroativamente, a nosso ancestral Noé, ao momento pós-dilúvio em que Deus fez uma promessa, uma aliança, de que jamais voltaria a destruir a terra por esse meio. Muitos estudiosos crêem que, nos dias de Noé, o povo nunca tinha visto chuva – que, em vez disso, a terra era irrigada por nascentes profundas. O dilúvio ocorreu quando “todas as fontes das grandes profundezas jorraram, e as comportas do céu se abriram” (Gn 7:11). A chuva desceu dos céus – e continuaria a cair pelo restante das eras. Noé, entretanto, não precisava temer a próxima vez em que nuvens de chuva surgissem, porque Deus fizera uma promessa. A chuva se acalmaria e o arco-íris apareceria. Este sinal visual seria um lembrete constante de que Deus sempre cumpre suas promessas.

O que isso tem a ver com oração? Tudo! Ao orar, reafirmamos nossa fé em que Deus cumpre suas promessas. O que dizemos em voz alta, ou silenciosamente no coração, proclama a verdade das promessas de Deus sobre as quais ouvimos ou lemos em sua Palavra. Você já percebeu que, se não estiver bem e insistir em expressar pensamentos negativos em voz alta, tende a senti-los com mais intensidade? O mesmo se aplica à crença nas promessas de Deus.

Quando expressamos a verdade sobre Deus e sobre suas promessas, e ao mesmo tempo nos recusamos a crer nas mentiras do inimigo, nossa crença em Deus se fortalece. Isso não quer dizer que devemos negar a existência de um problema ou de dificuldades, mas que sua interpretação pode ser diferente. Satanás deseja que acreditemos que Deus nos abandonou e renegou suas promessas. Deus, porém, quer que saibamos que suas promessas são sempre verdadeiras, apesar do que possamos ver da limitada perspectiva humana. Ao afirmar em oração nossa crença em suas promessas, nos dispomos a ver bem mais da perspectiva de Deus e bem menos do ponto de vista do inimigo.

Da próxima vez em que você admirar um arco-íris nas nuvens, faça uma oração de agradecimento a Deus por sempre cumprir suas promessas.

Leia Gênesis 9:8-17 e reflita!

Fonte: A Bíblia da Mulher Que Ora / NVI – Editora Mundo Cristão
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